País
Relatório PISA. Alunos portugueses mostram estar a perder conhecimentos e competências
Portugal mantém resultados próximos da média da OCDE no PISA 2025, mas tem pela frente o desafio de melhorar os resultados escolares e reduzir as desigualdades entre alunos. Os alunos portugueses não chumbam a matemática, a leitura e a ciências, mas mostram estar a perder conhecimentos e competências.
No Pisa, o estudo da OCDE, os estudantes de 15 anos mostram desempenhos semelhantes à média internacional em Matemática, Leitura e Ciências.
Mas se os compararmos com os resultados de 2022, Portugal registou nas provas de 2025 uma descida a Matemática e a Leitura. Em Ciências, os resultados mantiveram-se praticamente estáveis.
Se andarmos para trás uma década a avaliação atual é ainda mais negativa. Comparados com 2015, os resultados baixaram nas três áreas: aproximando-se dos níveis registados em 2006.
Nesta avaliação, fica também claro que em Portugal as desigualdades sociais continuam a influenciar o desempenho escolar.
Em Ciências, os alunos economicamente mais favorecidos conseguiram, em média, mais 92 pontos do que os alunos mais desfavorecidos.
Nem toda a avaliação da OCDE esta assinalada com alertas. Há sinais positivos. 77% dos estudantes portugueses admitem ser curiosos sobre muitas coisas e 69% afirmam esforçar-se mais quando o trabalho se torna difícil.
Na área ambiental, 75% atingiram pelo menos o nível básico de competências e 91% acreditam que podem contribuir positivamente para o ambiente.
Mas se os compararmos com os resultados de 2022, Portugal registou nas provas de 2025 uma descida a Matemática e a Leitura. Em Ciências, os resultados mantiveram-se praticamente estáveis.
Se andarmos para trás uma década a avaliação atual é ainda mais negativa. Comparados com 2015, os resultados baixaram nas três áreas: aproximando-se dos níveis registados em 2006.
Nesta avaliação, fica também claro que em Portugal as desigualdades sociais continuam a influenciar o desempenho escolar.
Em Ciências, os alunos economicamente mais favorecidos conseguiram, em média, mais 92 pontos do que os alunos mais desfavorecidos.
Nem toda a avaliação da OCDE esta assinalada com alertas. Há sinais positivos. 77% dos estudantes portugueses admitem ser curiosos sobre muitas coisas e 69% afirmam esforçar-se mais quando o trabalho se torna difícil.
Na área ambiental, 75% atingiram pelo menos o nível básico de competências e 91% acreditam que podem contribuir positivamente para o ambiente.